domingo, 10 de novembro de 2013

Não quero ser absolutamente nada.
Quero ser uma pedra na calçada
Que leve pisas.
Não te quero ver
Pois estas pedras não têm olhos.
Nem sentir. Não te quero sentir.
Quero fazer parte do teu caminho.
Quero que tropeces na minha inexistência.

carlos

Sem comentários:

Enviar um comentário